quinta-feira, 23 de abril de 2009

Uma história única, um personagem sem igual, um game inovador...


Assim era a descrição de muitas pessoas e de publicações especializadas a respeito do lançamento de MDK. Em 1997, começavam a se popularizar os PCs da série Pentium e conseqüentemente os jogos começaram a evoluir de acordo com o hardware mais novo e mais potente. Foi justamente aí que o jogo começou a fazer sua fama.
Em uma época em que praticamente todos os jogos ainda eram em 2D, MDK foi desenvolvido com técnicas muito avançadas. As placas aceleradoras 3D começavam a ser lançadas no mercado, mas ainda de uma forma muito tímida e o custo era bastante elevado ainda. Ainda eram muito comuns placas de vídeo SVGA, com 1 ou 2MB de memória. Uma das mais famosas foi a Trident 9660/9680 (eu tinha uma Trident 9660, de 1MB!) e Cyrrus Logic (me corrijam se eu estiver errado :-) ).
Então é aí que a arte e a programação se encontram: MDK é um jogo 3D, mas não precisava de placa 3D! Através de técnicas avançadas, o jogo renderizava seus fantásticos cenários e personagens utilizando um mínimo de processamento. Tanto é verdade que as recomendações para se instalar o jogo eram de um Pentium 90 com 16MB (acredito que o celular de muita gente hoje já possui uma configuração superior...rs). Realmente um trabalho muito bem feito pela equipe da Shiny e que até hoje me chama a atenção.
Além das configurações do PC necessárias para instalação e as curiosidades a respeito do desenvolvimento do jogo, temos também o design. MDK conta com um cenário magnífico! O design dos personagens, o logotipo, o tema futurista e a trilha sonora são perfeitos.
Mas não é só isso. A história também é muito interessante, contando com vários elementos de humor e sarcasmo, mas sem ofuscar o ambiente sério, apreensivo e futurista.

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